Feeling of Hopelessness

As Brazes têm entre 13 a 18 anos e são encontradas em todo o lado, principalmente nas grandes cidades do país: Lisboa, Porto e Coimbra. São raparigas/rapazes cuja ocupação é ser a mais popular, vestem-se todos de igual, é impossível distingir “quem é quem” num grupo, pode ser Inverno e podem estar temperaturas negativas que elas usaram um top de algodão com um casaquinho de malha por cima e eles usam sua t-shirt branca com logotipo da WESC e seu casaquinho desportivo da Adidas. Para elas todas as pessoas são apelidadas de “amor”, “boneca”, “babe” ou “baby”, e “bebé”. Para eles todas as pessoas são apelidadas de “puto” e “meu”, mas com os nomes enumerados anteriormente para se dirigirem ás “bonecas”, para serem rebeldes e cools. Acabam todas as palavras em “-ão” e usam expressões da moda como “juro-te”, “(qualquer coisa) impossível”, “Looool”, “Seriamente?”, e afins. A maior parte destas criaturas são fúteis e convencidas, pouco inteligentes, mestres em cábulas (isso explica as suas notas altas), comem todos os Mitras e com os Brazes, gozam com pessoas não-Brazes, sempre reparam no que as outras pessoas trazem vestido e comentam, andam sempre em grupo e riem-se (bastante) alto, como que para afirmar a sua presença, têm especial inclinação para passear em centros comerciais. As raparigas puxam o cabelo comprido e descolorado para trás com seus dedos e vivem falando mal das outras Brazes por serem mais populares, por comerem mais gajos, ou porque usam mais maquilhagem são mais bonitas e magras, claro que Braze que se preze vai estar sempre inscrita no ginásio mais caro da cidade, as pseudo vão invejar isso. As rapazes Brazes vivem puxando seu cabelo lambido para o lado ou para cima, falando do quão boa é a gaja que comeram na sexta à noite. Ou de quando é que: “Puto, quando vamos apanhar umas ondas? Ando mesmo com uma pica para o Bodyboard!”

(Source: skyscraper-m)

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